A segunda tentativa da Coréia do Sul lançar um foguete falhou hoje. O foguete sul-coreano, transportando um satélite de observação do clima, aparentemente explodiu 137 segundos após o lançamento.
Ainda não se sabe o que causou a explosão e tudo que se tem até o momento é a imagem gerada por uma câmera a bordo do foguete que se iluminou com um flash de luz. Ahn Byong-man, ministro da Educação, Ciência e Tecnologia disse que especialistas russos e sul-coreanos tentarão determinar a causa do ocorrido
O foguete Naro, de dois estágios, construído em parceria com a Rússia, operou normalmente durante e após o lançamento, mas as comunicações com o veículo se perderam a uma altitude de 70 km.
O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) lançou ontem o Foguete de Treinamento Básico (FTB) que foi desenvolvido pela empresa brasileira AviBras.
O foguete atingiu mais de 31 km de altura, caindo a uma distância de 17,30 km do local de lançamento em apenas 4 segundos de vôo.
Segundo o coronel-aviador Ricardo Rodrigues Rangel:
Com tecnologia 90% nacional, o FTB não apresentou falhas e cumpriu e alcançou vôo perfeito, atendendo às expectativas da comissão de técnicos que acompanhou o processo. Eu diria que tudo foi perfeito, do começo ao fim. Não houve falhas no sistema, muito menos na transmissão de dados.
Ele também afirmou que depois dos testes de certificação do FTB, o Brasil poderá exportar este tipo de tecnologia. Para a certificação de um veículo é necessário que já tenha alcançado um determinado número de vôos com sucesso, algo que o FTB está próximo de atingir.
Um Sony VAIO possui maior capacidade de processamento do que os equipamentos usados no lançamento do primeiro foguete à Lua. Para deixar isso bem claro, a Sony está promovendo o “Rocket Project” em conjunto com a Intel, desafio que pretende mandar um foguete para nosso satélite natural usando para isso apenas laptops VAIO.
O projeto está sendo tocado por oito estudantes cuidadosamente escolhidos, sob a supervisão de Tom Atchison. A missão dos “aprendizes de astronauta” é desenvolver um foguete, mandar ele pro espaço e guiá-lo até chegar à Lua. Simples, não?
O lançamento está previsto para 12 de abril. Até lá, a equipe de estudantes corre contra o tempo. O progresso da operação pode ser acompanhado no site oficial do projeto. Atenção meninos! Só cuidado para não afogar o foguete na Lua.
Num artigo publicado no site da Discovery anunciaram a possibilidade de realizar uma viagem a Marte em apenas 39 dias usando a tecnologia de um foguete chamado VASIMR. Já publicamos a notícia faz alguns meses, sem muitos detalhes da tecnologia utilizada.
Temos agora mais dados do motor utilizado, inclusive foi atualizada recentemente a página da Wikipedia relacionada com este tópico. O foguete usaria eletricidade para transformar combustível – possivelmente hidrogênio, deutério ou hélio – em gás de plasma. O uso de combustível ionizado pode ter o benefício adicional de ajudar a criar um campo magnético ao redor da nave para se proteger contra a radiação.
Com a tecnologia atual uma viagem até o planeta vermelho demoraria 6 vezes mais, agora foi o Franklin Chang-Diaz, um ex-astronauta e físico do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), que afirma que a viagem pode ser muito mais rápida (55 quilômetros por segundo) usando seu foguete VASIMR de alta tecnologia, agora pronto para decolar depois de décadas de desenvolvimento.
A NASA está bastante animada com a ideia e já está querendo usar, no final de 2013, um protótipo utilizando o motor da VASIMR.
Não, não, não! Não adianta corre para sua geladeira, pegar alguns cubos de gelo e enrolar em papel alumínio. Não é bem assim que essas coisa funciona. Pesquisadores estão desenvolvendo um novo propelente de foguetes feito de uma mistura de pó de nano-alumínio e água congelada. O ALICE (ALuminum e ICE) pode tornar lançamentos de foguetes menos agressivos ao meio ambiente, e até permitir que espaçonaves reabasteçam em locais distantes como, por exemplo, a Lua ou Marte.
Como assim? Explico. Segundo, Steven Son, professor associado de engenharia mecânica na Universidade Purdue, como você deveria saber, recentemente, sondas espaciais descobriram água nesses dois lugares. Assim, em futuras viagens especiais, os astronautas poderiam parar e produzir o material lá mesmo. Tá com cara de ficção científica né? Mas é verdade.
O vídeo no começo do post mostra o desenvolvimento do material pelas Universidade de Purdue e na Universidade do Estado da Pensilvânia, testes feitos em laboratório e finalmente os lançamentos de foguetes utilizando o ALICE. Tudo foi feito com o apoio da NASA e do Escritório de Pesquisas Científicas da Força Aérea.
Se você sempre quis explorar o espaço sideral, mas não é astronauta (nem dono da Vigin Galactic) hoje pode ser seu dia de sorte. A Interorbital Systems está oferecendo Kits de Satélite Pessoais que vão mesmo ser lançados para a órbita terrestre, no final de 2010!
Os kits vêm com baterias, painéis solares, transmissores, antenas e algumas ferramentas para você preparar seus próprios experimentos espaciais. Eles serão lançados ao espaço à bordo do foguete Netuno 30, que decolará de uma base em Tonga. Os preços começam em U$8,000, o que definitivamente não é pouco dinheiro, mas ainda é uma fração dos muitos milhões que custariam a você se resolvesse bancar a missão inteira. Os kits podem ser encomendados em tamanho duplo, triplo ou até quadruplo, mas corra, pois a Netuno consegue carregar apenas 32 kits.
Depois de lançados ao espaço, os TubeSats ficarão em órbita por algumas semanas, realizando as tarefas que você tiver programado, e depois se desintegrarão na reentrada da atmosfera terrestre.
É uma pena que eu não tenho essa dinheirama toda sobrando. Eu adoraria ter meu próprio satélite no espaço. Talvez eu pudesse equipá-lo com lasers, e usá-los para irritar gatos no mundo todo, como um vilão maluco de filme. Só uma idéia.
Veja neste vídeo (que foi feito antes de estourar de vez esta guerra) a facilidade com que é feito um foguete para esta guerra. Com uma baixíssima tecnologia e muito amadorismo, qualquer um pode fazer isso. Felizmente este do vídeo não conseguiu ser disparado.