Publicado el 08/05/2009 a las 6:07 pm por Juan Diego Polo
Cientistas da Universidade de Illinois desenvolveram um material sintético que muda de cor, ficando vermelho brilhante ou roxo, quando é deformado ou partido, o que permitirá avisar de qualquer problema nas estruturas dos aviões e das pontes, por exemplo.
Esta é a primeira vez que eles conseguiram incorporar moléculas com a propriedade de mudar de cor em materiais poliméricos sólidos, antes apenas tinha sido feito em líquidos. Agora querem continuar investigando para permitir que as mudanças de cor sejam visíveis em ambientes poucos amigáveis, o que, segundo a diretora do programa Nancy Sottos, não é tarefa simples.
Apenas temos que esperar o material no mercado, comprar uma tinta especial com estas moléculas e ficar pintando qualquer coisa que possa estar em perigo, inclusive contas bancárias…
Link: Mechanochemistry: Polymers react to stress (nature.com)
Publicado el 21/11/2008 a las 10:30 am por Juan Diego Polo

Na fotografia podemos ver uma forma inteligente de usar mísseis para o avanço da humanidade, não para sua destruição.
Geralmente são usados helicópteros ou navios para construir pontes, conectando os extremos com cabos. Estas opções sempre são caras, acabando rapidamente com o orçamento de qualquer prefeitura e impossibilitando a construção de pontes como a que foi construída este ano na China.
A ponte Siduhe é a mais alta do mundo e a primeira em usar mísseis sem explosivo para comunicar os extremos.
Link: Device
Publicado el 25/09/2008 a las 7:15 pm por Alexander Schek (Mr.Chips)

Cientistas japoneses estão estudando a possibilidade de criar uma escada que se estenda cem mil quilômetros ao espaço, começando na Terra.
Esta façanha tecnológica, também tem seus desafios científicos, já que serão necessários novos materiais mais fortes e leves. Um deles são os famosos nanotubos de carbono. Segundo seus estudos, os cabos têm que ser 180 vezes mais fortes do que o aço, além de quatro vezes mais resistentes que a fibra de nanotubos existentes na atualidade.
O plano consiste em ancorar cabos ao chão da Terra e estendê-los até uma estação satélite em órbita sobre a Terra. A tecnologia para propulsar o elevador se baseará na empregada no famoso trem-bala japonês.
A idéia, aliás, contempla transportar humanos, no entanto, inicialmente pretende levar equipamentos solares que gerem energia para levá-la de volta à Terra.
Parece ser que isso é muito sério, já que foi planejada uma conferência internacional para o mês de novembro no Japão, onde ser anunciará um plano detalhado de produção. O custo aproximado ascende a USD$9 bilhões.
Link: Lift could take passengers straight into space (Telegraph, UK)