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Livros para Kindle já vendem mais que edições de capa dura na Amazon

kinO Kindle é definitivamente um divisor de águas que marcou o início de um negócio lucrativo de e-books que começou a nos mostrar uma pequena parcela do que esperar de um futuro sem livros de papel. O sucesso do dispositivo é tanto que a Amazon anunciou hoje que ela já vende mais livros para Kindle do que edições de capa dura (as mais caras) dos livros físicos.

Apesar de ser o leitor de e-books dedicado mais famoso do mercado o Kindle sofreu um pouco com o lançamento do iPad, que ofuscou seu reinado e o deixou com cara de tecnologia ultrapassada. De maneira bem esperta a Amazon cortou o preço do dispositivo de US$259,00 para US$189,00, o que aumento suas vendas. Essa redução de preço e o fato de que o Kindle existe como software em várias plataformas, inclusive o iPad, fizeram com que no mês passado fossem vendido 180 livros virtuais para cada 100 livros de papel em capa dura na Amazon.

A empresa aponta que o crescimento das vendas foi impressionante, sendo que a quantidade de e-books vendidos para o Kindle no início de 2010 é o triplo do mesmo período em 2009 e a loja on-line já possui um acervo 630.000 livros, sendo que 510.000 desses custam menos de US$9,99. Leitores, esse é o futuro e as árvores agradecem.

Link: Kindle Books Outselling Hardcover Books. “Tipping Point” Reached, Amazon Says (Techcrunch)

Creative também vai lançar um e-reader

Ebook da CreativeAmazon, Asus, Sony, LG, Samsung, Barnes & Noble, SpringBraview… A lista de fabricantes de e-readers não pára de crescer. A última a entrar nesse clubinho é a Creative, que anunciou estar trabalhando no seu leitor de livros eletrônicos para disputar mercado com essa galera toda.

A empresa está preparando o MediaBook, um livro digital com tela colorida. Não se sabe muita coisa sobre ele, apenas que será touchscreen, com leitor de cartão SD, capaz de apresentar vídeos, fotos, texto (óbvio) e acesso a serviços via internet. Dizem as más línguas que a Creative está firmando acordos com empresas de e-learning de Singapura para que utilizem seu novo e-reader como plataforma. Essa manobra seria o verdadeiro “pulo do gato” para fazer com que seu aparelho não seja apenas mais um nas prateleiras das lojas.

Para nós, consumidores, essa é uma notícia legal, pois quanto mais opções melhor. Além disso, a Creative desenvolve bons produtos, o que falta a eles é uma boa dose de marketing. Concorda?

Link: Creative trabaja en el MediaBook, un lector digital (gizmologia)

Google começará a vender e-books a partir do ano que vem

Cuidado Amazon! Ou melhor: cuidado todo mundo da indústria de livros, digitais ou não! O Google anunciou hoje os planos da sua loja Google Editions que fará parte do famoso, e controverso, projeto Google Books. A loja online terá um catálogo entre 400.000 e 600.000 livros, quantidade superior ao Kindle que possui “somente” 330.000 livros disponíveis.

A grande vantagem da loja da Google em relação aos concorrentes é que os livros não estarão presos a um formato ou aparelho, sendo compatíveis com qualquer dispositivo que possua um web browser e podendo até serem lidos offline depois do primeiro acesso, apesar de não estar muito claro como isso irá funcionar.

O Google Editions será lançado na primeira metade do ano que vem. Agora é esperar por novas notícias para descobrir se será somente um leitor via browser ou existe algo aí que não sabemos.

Link: Google clarifies plans for Google Editions ebook store launching next year (Engadget)

E-reader da LG funciona com energia solar

Mesmo que ainda não sejam populares entre os leitores, o mercado dos e-readers está chamando atenção de grandes empresas, que começam a trazer produtos com diferenciais interessantes. A coreana LG, por exemplo, apresentou um modelo de livro eletrônico com tela de 6 polegadas, que funciona com energia solar.

A LG está tão empolgada com o novo painel solar desenvolvido para o aparelho, que só deu informações sobre ele. A célula solar que eles criaram tem 0,7 milimetros de espessura (mais fina que um cartão de crédito) e pesa apenas 20 gramas. A eficiência energética do painel é impressionante: basta deixar o aparelho por 4 ou 5 horas no sol que ele estará carregado para um dia inteiro de leitura.

Mais detalhes sobre o livro eletrônico da LG e seu painel solar serão divulgados na IMID 2009 (International Meeting on Information Display), na Coréia. Por enquanto, sabemos que será um excelente companheiro para a praia, pois enquanto você pega uma corzinha, ele carrega a bateria.

Link: LG presenta eReader con panel solar para su carga (gizmotika)

Último livro de Dan Brown vende mais no Kindle que em Papel na Amazon

O Símbolo Perdido (The Lost Symbol), último livro de Dan Brown, autor de Código da Vinci, vendeu até o momento mais cópias digitais para o leitor Kindle do que em papel na megalivraria virtual Amazon. Será esse um sinal do início do fim dos livros impressos?

Apesar disso ter acontecido somente na Amazon e somente com o livro do Dan Brown é importante lembrar que a Amazon é uma empresa gigante e que qualquer livro desse autor vende igual água, então podemos chutar que nem é uma parcela tão irrelevante do mercado. Além do mais um livro digital vender tanto era impossível de se imaginar cerca de 2 anos atrás.

Mesmo com a lenta adoção dos leitores de e-book me parece que sua popularização será inevitável, principalmente se levarmos em conta a praticidade, o preço menor (A versão para Kindle do “O Símbolo Perdido” custa US$9,99 e a em papel US$16,17, por exemplo) e a facilidade de distribuição de conteúdo.

E vocês, qual acham que será o futuro dos livros de papel?

Link: La versión para Kindle de “The Lost Symbol” supera a la edición impresa (ALT1040)

Google entra no mercado de e-books e pode ameaçar Amazon

O Google divulgou que pretende entrar no mercado de e-books até o final do ano. O anuncio foi feito nesta segunda-feira na BookExpo em Nova York. Aí você pensou: e como fica a Amazon.com nessa história? Bem, pelos meus cálculos, é melhor eles tomarem algumas medidas urgentes, pois o Google está prometendo mundo e fundos para os usuário.

A primeira grande vantagem é que o Google pretende disponibilizar os livros para serem lidos em diversos aparelhos (smartphone, notebook, PC e etc). Enquanto isso, os livros vendidos pela Amazon só podem ser acessados pelo leitor digital deles mesmo (Kindle) ou em iPods e iPhones. Google 1 X Amazon 0.

A Amazon só vende e-books para o Kindle e teoricamente só é possível comprá-lo nos EUA. É provável que o Google consiga estender o seu mercado para além das fronteiras americanas mais rapidamente. A empresa já tem sólidos escritórios nos quatro cantos do mundo, o que facilitaria acordos com editoras em diversos países.

Ainda é cedo para dizer o que realmente acontecerá. A única certeza é que será uma boa disputa por mercado que tem tudo para beneficiar os consumidores.

Link: Google to start selling E-books this year (Geek.com)

Leia seus e-books em Braille

Noticia boa direcionada para o pessoal com alguma deficiência visual. Vocês também foram incluídos na lista de público alvo de e-books.

Este leitor de e-books foi criado pelos designers Seon-Keun Park, Byung-Min Woo, Sun-Hye Woo e Jin-Sun Park que reproduz cada página em Braille. Eles usaram a tecnologia EAP, que produz a superfície especial graças a impulsos eletromagnéticos, formando assim o texto em braile.

Este leitor ainda é um conceito, mas já vale a idéia de produzir isto em escala!

Inclusão digital a todos!

Link: Um Leitor de E-Books em Braille (DigitalDrops)

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