Publicado el 12/03/2010 a las 9:40 pm por Fabiano

Nem tão perto assim...
Fujam para as montanhas! Mas não precisa ser agora. A coisa toda ainda vai levar uns bons 1.5 milhão de anos para acontecer. Pelo menos é o que dizem os calculos de Vadim Bobylev, do Observatório Astronômico de Pulkovo.
Cruzando informações de um banco de dados de estrelas e seus vetores de movimentos (o catálogo Hipparcos) de 1997, com uma revisão feita em 2007, Vadim calculou que uma anã laranja chamada Gliese 710 está vindo na nossa direção. Mas devido a sua imensa distância, vai levar um milhão e meio de anos para chegar aqui. As chances da estrela atingir a Nuvem de Oort, que contém centenas de milhões de objetos flutuando bem pertinho da gente, aqui no sistema solar seriam de 86%. O impacto lançaria objetos na nossa direção que poderiam atingir a terra e provocar todo tipo de catástrofe digna de Michael Bay aqui.
Então, 86% de chances para um evento que só vai acontecer daqui a 1,5 milhão de anos? Acho melhor nos preocuparmos com 2012 e deixar esse pepino aí para os nossos descendentes.
Link: Orange Dwarf Star Set to Smash into The Solar System (Technology Review)
Publicado el 16/10/2009 a las 5:52 pm por Juan Diego Polo
Numa experiência que teve como intuito simular um buraco negro, os chineses Qiang Cheng e Tie junho Cui, da “Universidade do Sudeste” em Nanjing, China conseguiram criar o primeiro buraco negro com o uso de metamateriais.
Os físicos conseguiram explorar as propriedades especiais dos metamateriais (espécie de compostos que não costumam ser vistos na natureza, conhecidos por distorcer a luz) para criar um mini-buraco negro para freqüências de microondas.
O mini-buraco negro foi construído com 60 tiras de placas de circuito impresso, revestidas com uma camada fina de cobre, distribuídas em círculos concêntricos. Nas provas feitas eles puderam comprovar o mesmo efeito que ocorre com os chamados buracos negros existentes no espaço: uma região onde nenhuma luz consegue escapar. De momento, o dispositivo funciona somente para microondas, porém estão tentando realizar a experiência com luz visível até o final deste ano.
Link: Chinese scientists create metamaterial black hole (physorg.com)
Publicado el 26/09/2009 a las 7:12 am por Juan Diego Polo
Um dos desafios da Física atual é averiguar a natureza da matéria escura que constitui uma quarta parte do Universo mas não se pode observar diretamente. Pensando nisso, uma equipe de pesquisadores da Universidade de Zaragoza (UNIZAR, Espanha) e do Instituto de Astrofísica Spatiale (IAS, França) desenvolveu um “bolômetro cintilador”. O dispositivo composto de bismuto, germânio y oxigênio (BGO: Bi4Ge3O12) servirá para que os cientistas tentem detectar a matéria escura no universo e já foi testado no laboratório subterrâneo de Huesca, Espanha.
Vale salientar que os cientistas trabalham nessa missão há uma década no Laboratório Subterrâneo de Canfranc (Huesca), onde conseguiram desenvolver vários detectores criogênicos (que operam a temperaturas próximas do zero absoluto), entre eles a mais nova invenção que é o “bolômetro cintilador”.
As experiências obtidas com o bolômetro cintilador, tem sido até agora excelentes, demonstrando sua viabilidade como detector nas experiências de detecção da matéria escura, além de funcionar como espectrômetro gamma (aparelho que mede esse tipo de radiação) para monitorar o fundo radioativo dessas experiências.
García Abancéns, um dos científicos do projeto ROSEBUD.
Link: Desarrollan un prototipo para detectar materia oscura (plataformasinc.es)
Publicado el 29/04/2009 a las 2:04 am por Juan Diego Polo

Os astrônomos detectaram o objeto mais distantes no universo, até agora. É uma estrela que explodiu faz 13,1 bilhões de anos atrás, apenas 640 milhões de anos após o Big Bang.
A explosão, denominada GRB 090423, ocorreu na última quinta-feira e foi inicialmente observada pelo satélite Swift da NASA.
Link: Detectan el objeto más distante del universo (noticiasdelcosmos.com)
Publicado el 19/02/2009 a las 8:36 am por Juan Diego Polo

Engenheiros da Universidade Politécnica de Madri criaram o primeiro observatório astronômico com software que permite a qualquer um estudar astronomia desde qualquer computador conectado a Internet.
O Observatorio Astronómico Montegancedo pode ser acessado usando um programa gratuito chamado “Ciclope Astro“, proporcionando impressionantes ferramentas que lhes ajudarão a fazer vários experimentos astronômicos. Com este programa será possível criar comunidades e incentivar o trabalho colectivo no campo científico.
O observatório já faz alguns meses que está funcionando. Foi utilizado para observar o Sol na banda H-alfa e distinguir as manchas solares.
Podem fazer o download do Ciclope Astro no SourceForge, pelo endereço http://sourceforge.net/projects/castro/ e começar a usar suas ferramentas colaborativas hoje mesmo.
Em palavras do diretor do projeto, Francisco Manuel Sánchez Moreno:
É uma típica web 2.0. Os usuários podem realizar tarefas como subir fotos, artigos, votar pelos trabalhos dos demais, etv. Não solicitamos nenhum dado pessoal, apenas um login e um email para poder enviar a senha.
Link: Nace el primer observatorio astronómico que se controla gratuitamente desde Internet (tendencias21.net)
Publicado el 11/02/2009 a las 6:35 pm por Juan Diego Polo

As universidades de Harvard, Texas A&M, do Texas e do Arizona, as instituições Carnegie e Smithsonian, nos Estados Unidos, a Universidade Nacional Australiana, a Astronomy Australia Limited e o Instituto de Astronomia e Ciência Espacial da Coreia do Sul participarão do projeto do GMT, Telescópio Gigante Magalhães, para construir e operar o que será o maior telescópio do nosso planeta.
Ficará no Observatório Las Campanas, nos Andes chilenos, com um espelho principal com resolução de 24,5 metros, muito mais do que o Gran Telescopio Canarias (10,4 metros), na Espanha, ou os dois Keck (10 metros cada), no Havaí.
O GMT está previsto para entrar em operação em 2019. A construção deverá começar em 2012, estimando um total de US$ 700 milhões para sua construção.
Utilizará o sistema de óptica adaptativa que moverá os espelhos à mesma velocidade da turbulência atmosférica, contrarrestando o efeito dela.
Link: Giant Magellan Telescope
Publicado el 27/12/2008 a las 11:00 pm por Alexander Schek (Mr.Chips)

Foto: NASA
Publicado el 23/12/2008 a las 10:00 pm por Alexander Schek (Mr.Chips)

Faz alguns dias, a nossa lua alcançou o ponto mais aproximado à Terra desde 1993.
A distância média à qual se encontra a lua do nosso planeta é de 384.400 kms. No dia 13 de dezembro, esteve a 356.567 kms. de distância. Essa simples diferença, fez que a lua fosse vista 14% maior e 30% mais luminosa.
O curioso é que a lua fica longe do nosso planeta 4 centímetros a cada ano.
Link: Year’s Biggest Full Moon in Skies Friday Night (FOX)