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Ciência

Simulações em computador mostram os primeiros buracos negros supermassivos

Resultado final da colisão de duas galáxias simulada. Imagem: Univ Estadual de Ohio

Resultado final da colisão de duas galáxias simulada. Imagem: Univ Estadual de Ohio

Os primeiros buracos negros no universo, provavelmente dever ter nascido quando as primeiras galáxias colidiram e se fundiram. Este é o cenário que as simulações de computador mostram e que agora apresentam na revista Nature.

Durante os primeiros bilhões de anos do Universo, o colapso e as fusões de grandes proto-galáxias ofereceu um ambiente adequado para a formação de buracos negros supermassivos, com massas de mais de um bilhão de vezes a do Sol.

É a primeira vez que conseguem demostrar que esta colisão pode ser realizada por motivos naturais e que a frequência é maior do que poderíamos pensar.

No vídeo publicado na plataformasinc.es podemos ver o resultado desta simulação que os supercomputadores da Universidade de Zurich demoraram meio milhão de horas em fazer.

Via: plataformasinc.es

Escoceses desenvolvem biocombustível a base de uísque

Uísque: em breve no tanque do seu carro

Uísque: em breve no tanque do seu carro

Escócia me lembra Lago Ness, kilt, gaita-de-foles e uísque. E é o uísque escocês que pode dar uma mão na disseminação do biocombustível. Cientistas da Universidade de Edimburgo Napier, Escócia, estão desenvolvendo um novo tipo de biocombustível feito com subprodutos da fabricação do uísque. Segundo eles, o biocombustível seria 30% mais eficiente do que outros biocombustíveis, como o etanol.

O biocombustível seria baseando no pot ale e nos restos dos grãos utilizados na fabricação do uísque. O pot ale é um líquido remanescente nos alambiques após o processo de destilação. Anualmente a indústria da bebida produz 1,6 milhoes de litros de pot ale e 187 mil toneladas de restos de grãos e todo esse material poderia ser transformado em combustível, que pode ser usado puro ou combinado com derivados com diesel ou gasolina.

A União Europeia declarou que biocombustíveis deverão responder por 10% do total de todo o combustível consumido a partir de 2020. Por isso várias empresas e universidades intensificaram suas pesquisas nessa área. Para o cientista Martin Tangney, que lidera o projeto, as sobras do uísque é a opção mais sustentável, mais ecológica e que ainda pode se tornar uma fonte de novos empregos na Escócia:

Enquanto algumas companhias de energia plantam lavouras para gerar biocombustíveis, nós estamos investigando sobras de materiais, como os subprodutos do uísque, para desenvolvê-los”.

Link: Cientistas criam combustível com subprodutos da fabricação de uísque (BBC Brasil)

Japoneses criam cadeira de rodas capaz de seguir pessoas

Imagem de Amostra do You Tube

Os pesquisadores da universidade japonesa de Saitama desenvolveram uma cadeira de rodas robótica que vai ajudar bastante as pessoas que necessitam deste equipamento para locomover-se. A cadeira que eles criaram é capaz de automaticamente seguir uma pessoa, eliminando a necessidade de ter alguém empurrando/dirigindo. Assim, o acompanhante do cadeirante pode caminhar normalmente ao seu lado, que a cadeira faz o resto sozinha.

Para realizar tal proeza, a cadeira de rodas da universidade de Saitama é equipada com câmeras e sensores de proximidade. Esses recursos permitem que ela também detecte obstáculos e desvie deles. Outra característica é que duas ou mais cadeiras podem seguir uma mesma pessoa, sem que elas se choquem. Ufa!

O vídeo acima mostra a cadeira em funcionamento. Tomara que não demore para chegar às lojas, pois sem dúvidas esse invento vai ajudar muita gente.

Link: Robotic Wheelchair which can follow a man (itechdiary)

Bactérias podem sentir odores e ajudar cientistas a entender infecções

Bactérias em cultura

Bactérias em cultura

Bactérias sentem cheiro? Segundo um grupo de pesquisadores da Universidade de Newcastle, Reino Unido, sim! Elas sentem odores de outras bactérias e são capazes de detectar sua presença no ambiente.

A pesquisa foi baseada no estudo de duas espécies de bactérias encontradas na terra: o “Bacillus subtilis” e “Bacillus licheniformus”. Ambas reagiram da mesma maneira ao cheiro de amônia, um nutriente fundamental para bactérias. Como parte da resposta ao odor, cada bactéria gerou um biofilme, que é usado pelas bactérias para unir forças e colonizar uma área ou expulsar rivais.

O resultado da pesquisa mostrou que as bactérias têm pelo menos quatro dos cinco sentidos humanos: elas podem “ver” e reagir à luz, sentir o contacto físico, sentir o “gosto” de elementos químicos presentes no ambiente e “cheirar” o ar para detectar invasores.

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GE desenvolverá sensores inspirado em organismos biológicos

ge-darpa-biosensor

A General Eletric Company (GE) ganhou US$ 6,3 milhões do Departamento de Defesa americano para caçar borboletas!

O pedido oficial veio da DARPA, divisão responsável pelo desenvolvimento de tecnologia militar, que deseja que a empresa crie uma nova classe de sensores químicos. Os sensores seriam inspirados nas nanoestruturas existentes nas asas das borboletas, que possuem propriedades capazes de detectar diversos tipos de ameaça.

Agora a GE tem três anos para replicar essa propriedade e desenvolver sensores capazes de detectar uma grande variedade de ameaças químicas, que sejam pequenos e tenham um baixo preço de produção. Entre as aplicações desses sensores estão à detecção de vazamentos nucleares, testes de pureza da água, detecção de doenças através da respiração e claro, uso militar, que não foi revelado.

Link: GE gets $6.3 million DARPA grant to develop bio-inspired sensors (Übergizmo)

Robô de plástico não precisa de eletricidade nem motores

Plastic_Light-Driven_Micro-RobotsBraços robóticos são extremamente úteis para linhas de produção e missões espaciais, mas o seu funcionamento depende de motores, controles eletrônicos e mais uma série de dispositivos. Mas cientistas chineses da Universidade de Fudan construíram um braço robótico simples, mas forte, que não necessita de nada disso.

O braço é composto por duas camadas de plástico, a primeira é feita de polieteno, que serve apenas com revestimento. O segundo polímero é uma espécie de cristal líquido reticulado, conhecido como CLCP (Cross-linked Liquid Crystalline Polymer). O CLCP reage à luz comum, por isso quando iluminado, ele se contrai e força a camada de polieteno, quando a luz é desligada, o sistema volta a condição inicial.

Os pesquisadores construíram um pequeno braço robótico formado por ombro, cotovelo e mão, que reage independente quando iluminado, dando ao braço força e resistência. O robô é capaz de levantar objetos pesando 10 vezes a massa combinada de todos os seus componentes.

Os pesquisadores apontam que, ao converter a luz diretamente em movimento mecânico, o robô poderá ser usado em linhas de produção, manipulando peças e reduzindo o consumo de energia. A única desvantagem é que se a luz queimar o robô para de funcionar.

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Ingleses criam uma “criança” robô

aimec-robot-childAntigamente se um casal não podia ter filhos arranjava um gato ou um cachorro, mas os tempos são outros e nada melhor do que ter um robô, que não faz sujeira, não late e não morde a mobília.

Para suprir a falta de filhos, um casal inglês desenvolveu o AIMEC, um robô que conta piadas, canta, conversa e até ronca quando está dormindo. O robôzinho pode se conectar a internet via Wi-Fi e fazer pesquisas para interagir nos assuntos comentados pelas pessoas. Ele também pode ser treinado para desligar equipamentos eletrônicos, como TVs e computadores e acender ou apagar as luzes da casa, de acordo com a conveniência.

Os inventores são Tony e Judi Ellis, que possuem uma empresa de brinquedos chamada Conceptioneering, desenvolveram o robô para ser mais um brinquedo, mas se afeiçoaram tanto a ele, que o tratam como “filho”. Segundo eles, os robôs se tornarão cada vez mais necessários, e em 10 anos todos terão um em casa. O casal acredita que dentro de dois anos, o AIMEC já esteja disponível no mercado por aproximadamente US$ 300.

E você? Prefere um AIMEC, um bichinho de estimação ou um filho?

Link: Couple builds a robot child that laughs, jokes and knows just everything (Gizmowatch)

Cientistas testam tratamento para fechar ferimentos seis vezes mais rápido que o normal

2010-08-nexagon

Um produto chamado Nexagon promete revolucionar o tratamento de ferimentos e úlceras. Feito a partir de fragmentos específicos de DNA, o produto acelera a regeneração de feridas no corpo em até 600%!

O Nexagon age evitando que uma proteína que atrasa o processo de cicatrização seja produzida.  Esta proteína é especialmente problemática em ferimentose e úlceras crônicos e quando eliminada permite que mais células migrem para o local e façam o trabalho de regeneração.

O produto, que é um gel claro com consistência de pasta de dente, está sendo testado em pessoas com úlceras nas pernas e ferimentos nos olhos e até agora mostra resultados promissores.

Nos Estados Unidos o produto foi aprovado apenas para uso em ferimentos sérios nos olhos por enquanto, mas a pesquisa ainda está em andamento.

Link: A toothpaste-like gel that can heal wounds six times faster than normal (io9)

MIT cria robô que muda de forma

robo-transformerSe você assiste ao filme e fica babando para ter um transformer só pra você , saiba que na vida real não é tão simples e que o máximo que você teria seria um barquinho de papel. Pesquisadores do MIT e de Harvard, EUA, estão trabalhando num robô reconfigurável, que pode assumir qualquer forma.

A criação mistura origami e engenharia elétrica, e é baseada em um algoritmo que dobra uma fina folha de fibra de vidro e hidrocarbonetos até que ela fique com o formato do objeto tridimensional desejado. Mas por enquanto, o máximo que a equipe conseguiu foi criar um protótipo que, dependendo dos sinais elétricos que recebe, assume a forma de um barco ou avião de papel.

O protótipo é formado por uma folha plana com pequenos músculos robóticos que se dobram e formam objetos tridimensionais. A folha é dividida em 16 quadrados e cada quadrado dividido em 2 triângulos, sendo cada triângulo dotado de um imã que o permite se ligar a seus vizinhos.

As aplicações ainda são bastante limitadas mas, no futuro, a equipe espera que divisões ainda menores na folha, tornando possível qualquer tipo de dobradura. E que teria várias utilidades no futuro… Mas por enquanto nada de carros virando robôs.

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Chuva de meteoros pode ser vista na madrugada desta sexta-feira

(c) ESA

(c) ESA

Toda vez que meteoros rondam a Terra, a NASA fica em alerta, pois uma chuvinha de detritos cósmicos pode virar uma verdadeira catástrofe para satélites e naves na órbita do nosso planeta.

Mas a chuva de meteoros que ocorrerá entre hoje e amanhã apenas proporcionará um belo espetáculo, sem por em perigo nossas comunicações ou equipamentos. A chuva de detritos é causa pela passagem do cometa Swift-Tuttle, que a cada 133 anos cruza nosso sistema solar. A zona de detritos deixada pelo cometa é tão larga que a Terra passa semanas dentro dela. Astrônomos já tinham avistando meteoros ocasionais há alguns dias. A ocorrência dos meteoros acontece entre os dias 12 e 13 deste mês e podem ser vistos a olho nu.

A NASA recomenda que quem quiser acompanhar o espetáculo deve ir para um campo, ou lugar afastado de fontes de luz, já que elas atrapalham a visualizaçao. No hemisfério norte, o show tem seu auge entre as 22h de quinta e a madrugada do dia 13, quando a frequência de meteoros poderá alcançar dezenas por hora. Já na nossa terrinha, o melhor horário para se assistir ao show no céu será entre a 0h30 e as 2h30 (horário de Brasília) da madrugada do dia 13.

Os astrônomos dizem que o show será mais bonito no hemisfério norte, pois ocorre numa época onde a noite está mais escura. Mesmo assim é um espetáculo para ser acompanhado em qualquer parte do mundo.

Link: Chuva de meteoros Perseidas na quinta-feira será espetacular, diz Nasa (BBC Brasil)

Neurochip ajuda a desevendar doenças neurológicas

neurochip-calgaryFazer pesquisas sobre doenças neurológicas ainda é bastante complicado, mas cientistas da Universidade de Calgary, Canadá, desenvolveram um neurochip capaz de monitorar a atividade de células cerebrais com uma resolução nunca alcançada antes.

O neurochip contém um “suporte de vida” para as células neurais, ao invés de implantá-lo no pacientes, as células podem ser inseridas no chip, onde elas vão crescer, se multiplicar e podem ser monitoradas durante várias semanas. Esse tipo de desenvolvimento permite monitorar o funcionamento das células neurais e suas reações com o teste de substâncias. A maior vantagem do novo neurochip é que ele é automatizado e permite que várias células sejam monitoradas simultaneamente. Permitindo a análise de várias integrações neurais.

Segundo os pesquisadores, o neurochip ajudará no entendimento de como as células cerebrais trabalham em condições normais, além de permitir pesquisas que buscam tratamentos para doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson. Isto permitirá que substâncias candidatas a novos medicamentos sejam testadas em larga escala, diminuindo também o uso de cobaias humanas.

Link: Neurochip Technology Developed: Advances to Further Brain Research of Diseases Such as Alzheimer’s and Parkinson’s (Science Daily)

Meta Cookie: comida com gosto de realidade aumentada

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Algumas invenções são realmente… inventivas. Um grupo de estudantes da Universidade de Tóquio, Japão, com muito tempo sobrando desenvolveu um capacete que utiliza realidade aumentada para dar sabor aos alimentos.

Na verdade o alimento não existe, ele é impresso em papel com padrões reconhecíveis ao software. O usuário então coloca um capacete, acoplado com uma câmera que manda imagens para o computador. Ao reconhecer o padrão do objeto impresso, o computador manda overprints de textura para o usuário ver, acompanhados de perfume, que irá intensificar a sensação de estar próximo ao alimento. O perfume é armazenado em cartuchos e enviado ao nariz do usuário através de um canal no capacete.

O princípio por trás dessa invenção é que o sabor dos alimentos é em grande parte devido à sua aparência e cheiro. Então no futuro podemos nos alimentar de uma mistura qualquer, sem sabor e o capacete será responsável por dar o sabor que desejamos como carne, pizza ou mesmo torta de limão.

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Barreiras flutuantes ajudam a deter o avanço das ondas

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Efeitos de ondas podem ser devastadores em determinados locais, causando erosão ou avançando sobre as áreas costeiras. Para minimizar a força da natureza um grupo de engenheiros do Serviço de Pesquisas Agrícolas (ARS), EUA, projetou um novo tipo de barreira.

Depois de coletar dados do impacto das ondas, os pesquisadores testaram vários tipos de barreiras em um tanque oceânico de 63 metros de comprimento. Os resultados indicaram que uma barreira flutuante, mantida no lugar por duas fileiras de estacas, fornece a proteção mais eficaz contra a ação das ondas, do que as barreiras fixas, que podem ficar submersas pela elevação do nível da água e deixam de desempenhar sua função.A barreira flutuante consegue dissipar até 75% da energia da ondas antes delas impactarem com a proteção final, que é uma barreira fixa.

Por enquanto o novo quebra-mar está sendo implantado em algumas regiões americanas, se ele desempenhar bem seu papel em ambiente externo pode acabar sendo difundido pelo resto do mundo.

Link: Better Barriers Can Help Levees Withstand Wave Erosion (Science Daily)

Parafusos absorvíveis substituem titânio em implantes

parafuso-biocompativelNão apenas os esportistas, mas qualquer um pode sofrer uma ruptura de ligamento. Quando o ligamento é danificado, é necessário fazer uma cirurgia para restaurar a junta. Nos atuais procedimentos cirúrgicos, o ligamento é substituído e fixado ao osso por meio de um parafuso de titânio.

O problema é que depois de certo tempo, o paciente tem que passar por uma nova cirurgia para que o parafuso metálico seja removido. Mas se depender de pesquisadores do Instituto Frauhnofer, Alemanha, isso está prestes a ser mudado. Eles desenvolveram um parafuso biocompatível e biodegradável.

Os parafusos biodegradáveis são feitos de ácido polilático, que são absorvidos pelo corpo, o problema é que após a absorção eles deixavam um buraco no osso, pois o local onde eles eram encaixados ficava oco. Para resolver esse problema foi acrescido na composição hidroxiapatita, uma espécie de cerâmica similar ao mineral constituinte dos ossos.  Isso faz com que o osso cresça e ocupe o lugar do implante conforme os demais componentes são absorvidos.

Esse novo procedimento diminui o tempo de recuperação dos pacientes e é muito mais ecológico e saudável.

Link: Screws made of bone-hard biomaterial (Research in Germany)

Robô interage emocionalmente com humanos

emotion_RobotEsqueça robôs que lançam laser ou viajam no espaço, o robô mais legal do momento é o Nao. Um robozinho que pode aprender emoções ao interagir com humanos.

Desenvolvido pela Universidade de Hertfordshire, na Inglaterra, em colaboração com universidades e empresas de robótica européias, o andróide foi programado para se comportar como uma criança de 2 anos. Ele é capaz de aprender emoções, expressá-las e perceber emoções nas pessoas.

O protótipo foi criado a partir da observação de como bebês chimpanzés e humanos, e os adultos que cuidam deles, formam laços afetivos. E assim como os bebês, Nao é capaz de desenvolver uma preferência entre as pessoas que cuidam dele.

O robô é capaz de expressar raiva, medo, tristeza, felicidade, excitação e orgulho. Ele se adapta as ações e estados de humor dos humanos que cuidam dele. À medida que aumenta o número de interações, mais forte se torna o vínculo entre a máquina e o indivíduo e também o nível de aprendizado do robô.

O projeto do robô é que ele sirva de acompanhante para as crianças em hospitais, auxiliando não só no tratamento como também contribua para o bem-estar emocional e social da criança. Vendo o vídeo até dá pra lembrar do Wall*e.

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