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Profissões que perderemos para os robôs [FW Top 5]

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Profissões que perderemos para os robôs [FW Top 5]

Desde a Revolução Industrial, os trabalhadores de várias áreas têm disputado espaço com as máquinas no mercado de trabalho. Com a evolução constante da tecnologia, especificamente na área de robótica, as máquinas estão tornando-se capazes de fazer muita coisa, aumentando sua aplicação em ambientes antes inimagináveis – como uma cozinha, por exemplo.

Antes de chegarem ao humanóide perfeito, veremos essas máquinas avançando sobre tarefas que até agora julgávamos não serem possíveis para robôs. O FWBrasil traz cinco profissões que corremos o risco de perdê-las para robôs em breve. Acompanhe!

1 – Robôs Lixeiros

Na Itália estão sendo desenvolvidos robôs responsáveis pela limpeza das ruas, num projeto de 2,9 milhões de euros. Inicialmente, os robôs conhecidos como “DustBot” e “DustClean” vão trabalhar na região da Toscana.

Espertinhos, os robôs-garis serão capazes de recolher o lixo, diferenciar os detritos orgânicos e informar sobre a poluição ambiental. Você pode falar que é mentira, mas eu já vi uma história parecida com essa num filme da Disney.

2 - Robôs Jardineiros

Gosta de plantas? Podemos dizer que as máquinas também. Um projeto do MIT está aperfeiçoando robôs capazes de cuidar de plantas automaticamente. Vai ficar fácil manter um jardim sempre verdinho, basta deixar o robô ligado na tomada.

Cada um deles possui um braço mecânico que comunica-se com os vários sensores espalhados pela estufa (inclusive nas plantas). Dessa forma, eles sabem quando os vegetais precisam de água ou nutrientes. Os jardineiros robôs fazem o serviço completo, pois regam, colhem e polinizam plantas. Os agricultores agradecem.

3 – Robôs Cirurgiões

Sim, querido leitor: Em breve as máquinas irão cuidar de nós. Se você pensa que isso ainda vai demorar, está enganado. Especialistas prevêem que em 10 anos os robôs serão essenciais em procedimentos cirúrgicos.

Como fatores positivos, podemos citar a precisão milimétrica de seus braços suas pinças, redução do risco de infecções, a possibilidade de usar buracos orifícios já existentes do nosso corpo (!) e, principalmente, eliminar os erros humanos teremos apenas erros robóticos. Já ouviu falar sobre o fulano que, após a cirturgia, descobriu a tesoura do médico esquecida dentro da barriga? Isso vai acabar.

Aliás, a robótica em conjunto com a nanotecnologia irão ajudar a medicina em várias situações.

4 – Robôs Professores

Uma professora robô está sendo testada numa escola primária do Japão. Saya, como é conhecida, sabe falar, fazer a chamada e definir tarefas, dentre outras coisas. Para torná-la menos assustadora, deram à robô um corpinho bonito e a capacidade de exibir expressões faciais. Mesmo assim, ela é assustadora.

Quer dizer, mais assustadora que sua aparência é a função que ela executa. Deixar a educação das crianças a cargo de máquinas? Logo na fase infantil, onde as crianças estão formando sua personalidade e precisam de experiências sociais plenas? Não é nada pessoal Saya, mas torço que você não dê certo. Na foto ao lado percebe-se que as crianças não levam a robô muito a sério.

5 – Robôs Cozinheiros

Imagine chegar num restaurante e pedir seu prato para um robô, que reconhece seu pedido e já o prepara seu ali, na hora. Parece ficção, mas é o que acontece num restaurante japonês. Os cozinheiros podem ser substituidos por pelo menos dois robôs já disponíveis no Japão.

O FA-mei é um cozinheiro robô desenvolvido pela empresa Aimei, capaz de fazer até 80 pratos por dia. O Motoman SDA10 reconhece comandos de voz e já prepara na hora uma refeição japonesa chamada okonomiyaki (deve ser mais difícil de fazer que um McLanche Feliz). Se você prefere sushi, também já criaram um “sushiman” mecânico. Até o garçom também está prestes a ser substituido por uma versão mecânica.

Sorriam, mulheres! Daqui a algum tempo, a cozinha não será mais um ambiente ocupado só por vocês.

E não são apenas essas profissões que correm riscos. Várias outras funções, como gandula, desenhista,  astronauta e segurança também serão desempenhadas por robôs.

A ambição dos cientistas é dar personalidade aos robôs, possibilitando que eles tenham a capacidade de vivenciar coisas humanas, como inteligênciaculpa, e até mesmo serem capazes de mentir ou pedir informações.  Ou seja, torná-los cada vez mais humanos, para que nós e os robôs possamos compartilhar experiências semelhantes, como a do desemprego por exemplo.

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